sexta-feira, 31 de julho de 2020

Ao Cair da Noite - Judith McNaught

Sloan Reynolds tem uma vida pacata numa pequena vila na Flórida. Abandonada trinta anos antes pelo pai e pela irmã, o seu mundo não podia ser mais diferente do glamour de Palm Beach, de onde agora lhe enviam um inesperado convite para se juntar a eles. Embora se sinta inclinada a recusar, Sloan percebe que está na hora de conhecer verdadeiramente a família, para o melhor e o pior…

Tudo corre na perfeição até ao momento em que conhece o sedutor Noah Maitland e fica pela primeira vez dividida entre desejo e dever. Mas os seus problemas estão apenas a começar. Quando é confrontada com uma acusação infame, Sloan terá de recorrer a todas as suas forças para conseguir descobrir a verdade e salvar o seu coração…

Com um enredo empolgante e pleno de suspense e paixão, Ao Cair da Noite consolida o estatuto de Judith McNaught como uma das melhores contadoras de histórias dos nossos dias.

 Ao cair da noite


quinta-feira, 30 de julho de 2020

A Dieta Prática Fácil, simples e planeada dia a dia - Rita Rocha de Macedo

Emagreça até 6 quilos em apenas 28 dias. A nutricionista Rita Rocha de Macedo explica-lhe como, passo a passo, seguindo uma dieta eficaz, económica, equilibrada e adaptada ao seu dia-a-dia.

A Dieta Prática está testada e a sua eficácia comprovada por milhares de pessoas que esta nutricionista tem ajudado a perder os quilos que têm a mais e a manter o seu peso ideal.

Um guia intuitivo e simples com planos semanais para as 4 semanas, listas de compras e dicas para manter a força de vontade.

Nesta edição especial encontra mais 60 novas receitas, para tornar os seus pequenos-almoços, almoços e jantares, snacks e sobremesas, mais variados e saborosos.

 Rita Rocha de Macedo


quarta-feira, 29 de julho de 2020

Em que Crê Quem Não Crê Um Diálogo sobre a ética - Umberto Eco e Carlo Maria Martini

Este pequeno mas precioso livro reúne a correspondência trocada entre Umberto Eco e o cardeal Carlo Maria Martini através das páginas do jornal italiano Liberal, entre Março de 1995 e Março de 1996. Nas oito cartas desse debate público, um intelectual brilhante e importante membro da Igreja e um representante da cultura laica uma figura singular da cultura e do pensamento contemporâneos discutem, com tolerância exemplar e liberdade dialética, os valores fundamentais do homem contemporâneo, a perspectiva dos apocalipses, as tradições religiosas e o senso comum, além das restrições impostas às mulheres. Debatem, enfim, a fé. Ao acalorado diálogo entre Eco e Martini somam-se as vozes de muitos dos leitores que irão ler este livro, num vivo, acalorado, mas exemplarmente harmónico.

Um livrinho que não perdeu réstia de actualidade.

 Umberto Eco


terça-feira, 28 de julho de 2020

A Vida Extraordinária do Português que Conquistou a Patagónia - Mónica Bello

José Nogueira teria doze ou treze anos quando trocou as margens do Douro por um convés de navio. Como milhares de outros portugueses atirou-se ao Atlântico para fugir à miséria daqueles meados do século XIX que ainda havia de sangrar muitas outras gerações.

Fez-se marinheiro nos oceanos, homem nas ruas do Rio de Janeiro, caçador de lobos-marinhos no Pacífico Sul. Teria dezanove ou vinte anos quando decidiu lançar amarras numa terra gelada e varrida por ventos do diabo, sem serventia que se visse. Essa terra era Punta Arenas, para lá do paralelo 53 Sul, na margem norte do estreito que já levava o nome de outro português, o de Magalhães. Foi nesta desolada terra de aventureiros, desterrados, índios, caçadores, deserdados e imigrantes, um território de fronteira que já somava tragédias, que «o Português» construiu casa e fortuna e se tornou «Don José». Esta não é uma história baseada em factos reais. Esta é a história da vida de José Nogueira, marinheiro e terratenente. E é quase toda verdadeira.

«Depois de Fernão de Magalhães e da dúzia de compatriotas que levou com ele na pequena frota de cinco naus que desceu o Guadalquivir para dar a volta ao mundo, outros navegantes portugueses chegariam ao estreito […]. Séculos mais tarde chegariam outros. Um deles, o primeiro a assentar arraiais no estreito seria um marinheiro, também ele com oito anos de vida nómada num convés de navio. Não era nenhum Magalhães, nem nenhum Gama, Dias ou Cabral […]. Mas vá-se lá saber o que molda as escolhas de um homem. Ele era um simples marinheiro, nem melhor nem pior do que qualquer outro, e talvez tivesse apenas chegado o momento de procurar um rumo com menos balanço e sob o seu próprio comando.»
 Do Prólogo

 Mónica Bello


segunda-feira, 27 de julho de 2020

D. Maria I - Mary del Priore

D. Maria I foi a primeira mulher a governar Portugal e ficou conhecida para a história como a Rainha Louca. Mãe de D. João VI e avó do primeiro imperador do Brasil, teve um longo reinado de 38 anos - marcado por intensa atividade governativa, pela ação social e pelo desenvolvimento das artes e das ciências - e, no entanto, a sua vida conta com aspetos muito importantes não esclarecidos. Se era mentalmente instável, o que a levou a isso? E seria realmente louca, ou antes incompreendida? Que impacto tiveram nela as mortes do marido e do filho primogénito? A fim de lançar uma nova luz sobre esta figura marcante da história de Portugal, a historiadora Mary del Priore investigou a fundo a sua vida.

Neste livro, Del Priore conta a história da monarca de uma perspectiva inédita e intimista, e revela que o seu estado mental era provavelmente fruto das muitas tristezas e contratempos que sofreu ao longo da vida, numa época em que a depressão e a melancolia eram confundidas com insanidade - e até mesmo consideradas obras do demónio.

Abordando a vida de D. Maria I desde o seu nascimento em Lisboa, em Dezembro de 1734, até à sua morte no Brasil, para onde foi em 1808, passando pela sua devoção ao catolicismo, a coroação como primeira rainha portuguesa, o conflito com o Marquês de Pombal e o aparecimento dos primeiros sintomas de doença, esta obra faz justiça a uma mulher que conseguiu sobreviver a tempos e circunstâncias que lhe foram muito adversos

 D. Maria I


domingo, 26 de julho de 2020

O Homem que Tentou Matar Hitler - Helmut Ortner

O Homem Que Tentou Matar Hitler é uma história poderosa e emocionante que transporta o leitor até aos dias sombrios da Alemanha às portas da Segunda Guerra Mundial. Narra a tentativa de assassinato de Hitler no dia 8 de novembro de 1939 e tudo o que a envolveu.

O homem que ousou executá-la, Georg Elser, tinha as qualidades de um verdadeiro herói e pôs a sua coragem e uma particular determinação ao serviço de princípios humanos. Figuras como Elser tendem a tornar-se lendárias. Esta é a sua história.

Uma história secreta da Segunda Guerra Mundial

Georg Elser era um cidadão normal, um dos milhares de alemães que olhava com preocupação a ascensão do nazismo e a escalada de violência e destruição. A conformidade e o entusiasmo ante a histeria nacional não faziam parte do seu feitio. Tudo isso, a par da sua oposição política, do sentido de justiça e de um carácter vincado, lhe concedeu a energia para planear durante mais de um ano - com extremo cuidado e um firme sentido da meticulosidade -, um atentado contra Hitler.

Aproveitou as artes do seu ofício para trabalhar na criação e montagem da sua própria bomba. Todas as noites, fugia para a cervejaria Bürgerbräu, em Munique, onde montou o engenho com que planeava matar o ditador. Na noite de 8 de novembro, enquanto Hitler proferia o seu discurso perante uma plateia entusiasmada, a bomba de Elser detonou com sucesso. Escondida numa coluna junto do pódio do orador, a detonação matou oito pessoas. Hitler não foi uma delas.

Esta é a história completa dos acontecimentos que motivaram Georg Elser e do que aconteceu após o atentado. Elser foi um homem de ideias próprias, com sentido de justiça e coragem, que se viu rodeado de um oceano de cobardia. A sua é a história de um homem simples que se opôs ao sistema de terror nazi - e que optou pela ação.

Georg Elser é uma das personalidades mais admiráveis e menos conhecidas da história do século XX

 Hitler


sábado, 25 de julho de 2020

Encontrar-me, Encontrar-te, Encontrá-lo - Maria Cunha e Silva

Júlia compra um bilhete só de ida para a Tailândia numa daquelas madrugadas onde somos apenas pensamentos loucos e planos inesperados. Por loucura e cansaço, decide entregar-se ao destino, mesmo que ele só a tenha quebrado e tirado tudo aquilo que amava. Treme por medo e sonha acordada por não saber o que a espera e por desejar que aquilo que sonha se concretize.

Os próximos meses são um mistério num país que não sabe o seu nome nem as suas dores. Quer descobrir as respostas para as perguntas que carrega no seu peito, mas acabará por viver o que nunca esperou.

Será que Júlia se irá encontrar depois de encontrar o que não estava nos seus planos?

 Maria Cunha e Silva


sexta-feira, 24 de julho de 2020

Peaky Blinders - Carl Chinn

Os Peaky Blinders tal como os conhecemos, graças à série televisiva de grande êxito, estão envoltos em dramatismo, mistério e também terror. a carismática família dos Shelbys, profundamente disfuncional, mas sempre elegante, subjuga os seus inimigos cegando-os momentaneamente com lâminas de barbear inseridas nas palas dos seus bonés achatados enquanto travam sangrentas guerras com outros gangues. Nestas disputas violentas, confrontam-se ainda com terroristas irlandeses e autoridades lideradas pelo astucioso Winston Churchill, então Ministro da Administração Interna da Grã-Bretanha.

Mas quem eram os Peaky Blinders na vida real?
Existiram de facto?
Carl Chinn, conhecido historiador, escritor e comentador de rádio, passou décadas a investigá-los. e desvenda agora a verdadeira história dos famosos Peaky Blinders, um dos quais era o seu próprio bisavô. Tal como os Shelbys, também o seu avô era um corretor de apostas a operar fora da lei nas ruas de Birmingham.

Neste emocionante relato social, Carl Chinn lança luz sobre as lutas raramente noticiadas da classe operária numa das grandes cidades do Império Britânico antes da Primeira Guerra Mundial. A história continua depois de 1918, quando alguns Peaky Blinders se transformaram no infame Gangue de Birmingham. Liderados pelo Billy Kimber da vida real, travaram uma guerra sangrenta com os gângsteres londrinos Darby Sabini e Alfie Solomon pelo controlo de valiosos esquemas de extorsão de dinheiro a troco de proteção dos corretores de apostas nas prósperas pistas de corridas de cavalos na Grã-Bretanha no período do pós-guerra.

Reunindo uma notável diversidade de fontes originais, incluindo imagens raramente vistas de Peaky Blinders reais e entrevistas com parentes dos gângsteres da década de 1920, Peaky Blinders: a Verdadeira História dos Gangues mais Famosos de Birmingham confere uma nova dimensão à verdadeira história do submundo de Birmingham e aos factos por trás da sua ficção.

 Peaky Blinders


quinta-feira, 23 de julho de 2020

Balada para Sophie - Filipe Melo e Juan Cavia

Cressy la Valoise, 1933
Dois célebres pianistas virtuosos, nascidos ambos na mesma vila francesa, cruzam se pela primeira vez no Concurso Nacional de Jovens Talentos. Julien Dubois, o herdeiro privilegiado de uma família rica, e François Samson, o invisível filho do responsável pela limpeza do teatro. Nessa noite, um deles venceu.

Cressy la Valoise, 1997
Uma enorme mansão vazia é abalada pela inesperada visita de uma jovem jornalista. Julien, agora lesionado e sob o peso do pseudónimo Eric Bonjour, deixa se levar irresistivelmente por uma nuvem de cigarros e memórias, flutuando entre a realidade e a fantasia. Vai compondo, como numa partitura, uma história sobre o preço do sucesso, redenção, pianos voadores… e sempre, sempre a sombra de Samson.
Afinal, algum deles alguma vez terá vencido? E haverá ainda alguma música por tocar?

Balada para Sophie é a mais ambiciosa, íntima e comovente novela gráfica da multipremiada dupla Filipe Melo e Juan Cavia - leva os leitores para territórios cada vez mais profundos e complexos, sem nunca perder de vista o poder narrativo e simbólico que os tornou um verdadeiro fenómeno entre público e crítica.


 Balada para Sophie


quarta-feira, 22 de julho de 2020

Livro de Vozes e Sombras - João de Melo

Cláudia Lourenço, jornalista, é enviada de Lisboa à ilha de São Miguel ao serviço do Quotidiano. Tem por missão entrevistar um conhecido ex--operacional da Frente de Libertação dos Açores e reaver a crónica do independentismo insular durante a Revolução. Depara-se-lhe um homem-mistério, voz e sombra do jogador, das suas verdades que mentem, das suas mentiras que dizem a verdade.

Ela, que pertence à geração seguinte, não parece ter memória histórica do país de então: vive no de agora, e o passado é um território longínquo, cuja narração flui no interior de um imaginário algo obscuro. A história da FLA (e a da FLAMA, na Madeira) comporta em si o país de todos os regressos: a Ditadura, o fim das guerras em África, a descolonização e o retorno à casa europeia pelos caminhos de volta, os mesmos que levaram as naus a perder-se nos mares da partida. O país que a si mesmo se descoloniza vibra na exaltação revolucionária. E é dos avanços e recuos dessa Revolução que nasce a tentação separatista do arquipélago.

Na longa e secreta entrevista ao homem da FLA, a jornalista vê-se enredada numa história de logros políticos, compadrios, interesses de propriedade, conluios estrangeiros e outros equívocos do movimento separatista, onde não há lugar para as vítimas da FLA, nem para o desamparo dos regressantes de África. Mas Cláudia Lourenço encontrará maneira de lhes dar voz.

 João de Melo


terça-feira, 21 de julho de 2020

A Nova Direita Anti-Sistema - Riccardo Marchi

As últimas eleições legislativas, que ditaram a eleição de um deputado do Chega, terão marcado o fim da imunidade portuguesa à extrema-direita?

Este livro, de cariz divulgativo e assumidamente isento, traça as linhas gerais do que são os movimentos nacionalistas, populistas, de extrema direita e direita radical, definindo-os e fixando os conceitos, para depois descrever o contexto português, nomeadamente o partido Chega.

Explica a fundação do partido, apresenta os seus fundadores e quadros, e, claro, a indissociável figura de André Ventura. Aponta, ainda, o caminho a trilhar por esta nova força política, os objetivos a que se propõe o partido e possíveis consequências no panorama político e no contexto nacional.

 Riccardo Marchi


SUGESTÃO

Inferno de Dan Brown

A Cicatriz - Maria Francisca Gama

«Éramos felizes, verdadeiros camaradas e a âncora um do outro. Um dia o nosso barco afundou-se e nenhum dos objetos que éramos nos salvou.» ...