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sexta-feira, 8 de maio de 2020

O Diário de Anne Frank - Anne Frank

Escrito entre 12 de junho de 1942 e 1 de agosto de 1944, O Diário de Anne Frank foi publicado pela primeira vez em 1947, por iniciativa de seu pai, revelando ao mundo o dia a dia de dois longos anos de uma adolescente forçada a esconder-se, juntamente com a sua família e um grupo de outros judeus, durante a ocupação nazi da cidade de Amesterdão.

Todos os que se encontravam naquele pequeno anexo secreto acabaram por ser presos em agosto de 1944, e em março de 1945 Anne Frank morreu no campo de concentração de Bergen-Belsen, a escassos dois meses do final da guerra na Europa. O seu diário tornar-se-ia um dos livros de não ficção mais lidos em todo o mundo, testemunho incomparável do terror da guerra e do fulgor do espírito humano.

 Anne Frank


quinta-feira, 11 de julho de 2019

A Mulher que Escondeu Anne Frank - Miep Gies e Alison Leslie Gold

Ao longo de mais de dois anos, Miep e o marido ajudaram a esconder judeus numa Holanda tomada pelos nazis. Como milhares de heróis desconhecidos do Holocausto, eles arriscaram diariamente a vida ao levar alimentos, livros, notícias e carinho às vítimas. 

Miep trabalhava como assistente de Otto Frank, o pai de Anne Frank, e tornara-se íntima da família. Ao longo de 25 meses, ela e o marido mantiveram a família Frank escondida no anexo de um prédio de Amesterdão até serem traídos por uma denúncia anónima. Quando a Gestapo invadiu o esconderijo, a 4 de agosto de 1944, e prendeu todos os seus ocupantes, deixou para trás o diário de Anne e outros dos seus escritos, em folhas soltas, Miep recolheu esses escritos na esperança de voltar a encontrar Anne e lhos poder entregar.

Neste livro intemporal, Miep relembra esses dias tortuosos e fá-lo com uma clareza e uma emoção vívidas. A narrativa vai da sua própria infância, enquanto refugiada da Primeira Guerra Mundial, até ao momento em que entrega a Otto Frank - o único dos ocupantes do esconderijo a sobreviver ao Holocausto - o pequeno diário axadrezado. Até então, não fora lido por ninguém.

 Anne Frank


terça-feira, 1 de maio de 2018

A Rapariga de Auschwitz - Eva Schloss e Karen Bartlett


Milhares de leitores em todo o mundo conhecem a história de Anne Frank, a adolescente cuja vida terminou em Bergen- Belsen durante o Holocausto.

Em A Rapariga de Auschwitz, vão conhecer a sua irmã e companheira de brincadeiras: Eva Schloss. Apesar de, ter sido levada para Auschwitz com apenas quinze anos, a sua história não terminou aí. Ela conseguiu sobreviver.

Este livro incrível é a memória viva dos acontecimentos que marcaram esse período tão dramático da história mundial.

Um relato lúcido e absorvente da vida no meio dos horrores da guerra, realçando o amor entre uma mãe e uma filha, e a força e a determinação que ajudaram a superar a mais profunda das noites.

«A Rapariga de Auschwitz começa onde O Diário de Anne Frank termina.»
New York Daily News

 Eva Schloss


domingo, 17 de dezembro de 2017

O Diário de Anne Frank - Versão Banda Desenhada




«12 de junho de 1942: Espero poder confiar-te tudo, como nunca pude confiar em ninguém, e espero que venhas a ser uma grande fonte de conforto e apoio.»


No verão de 1942, com a ocupação nazi da Holanda, Anne Frank e a família são forçados a esconder-se. Durante dois longos anos, vivem com um grupo de outros judeus num pequeno anexo secreto em Amesterdão, temendo diariamente ser descobertos.



Anne tinha treze anos quando entrou para o anexo e levou com ela um diário que manteve no decorrer de todo este período, anotando os seus pensamentos mais íntimos, os seus receios e esperanças, e dando conta do dia a dia da vida em reclusão.



Em 1947, após o fim da Segunda Guerra Mundial — a que Anne não sobreviveria —, o seu pai publicou este diário, um documento inspirador que é ainda hoje um dos livros mais acarinhados em todo o mundo e uma obra marcante na história do século xx.



Lançada mundialmente em celebração do 70.º aniversário de O Diário de Anne Frank, esta é a sua primeira adaptação para banda desenhada, realizada com a autorização da família e tendo por base os textos originais do diário.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
Uma adaptação fiel ao livro. […] O livro não se furta ao desespero, mas contraria-o, ilustrando o humor e a ironia da própria Anne Frank, humanizando o drama das famílias […]. E para o equilíbrio desta relação, muito contribuiu a sensibilidade de Folman e de Polonsky à escrita da jovem.
José Marmeleira, Público
A atualidade de O Diário de Anne Frank ficou demonstrada com a presença de mais de meia centena de jornalistas de todo o mundo para a apresentação da novela gráfica, facto que Polonsky justificou deste modo: "É a história de uma rapariga cujo diário faz eco em muitos leitores desde sempre, e que explica o funcionamento do Holocausto."
João Céu e Silva, Diário de Notícias



SUGESTÃO

Inferno de Dan Brown

A Cicatriz - Maria Francisca Gama

«Éramos felizes, verdadeiros camaradas e a âncora um do outro. Um dia o nosso barco afundou-se e nenhum dos objetos que éramos nos salvou.» ...